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O acerto de Dilma depois de uma cagada!




Muito se falou essa semana sobre a presidente Dilmona. As duas principais notícias a respeito foi primeiro a parada que ela deu em Portugal para pernoitar, após a conferência do Forum Econômico Mundial em Davos. E depois a viagem para Cuba, para a inauguração do porto de Mariel, o qual foi financiando fortemente pelo BNDES.

Os pontos a serem notados aqui, sobre estes dois eventos:

1. Ela teria que fazer escala em algum lugar sem dúvida nenhuma. Aparentemente o aerolula não é tão aero assim e tem a autonomia de uma galinha cansada, ou seja, há a necessidade de paradas.

2. NÃO HÁ PROBLEMA EM ELA PARAR EM PORTUGAL! Ela teria que parar em algum lugar de qualquer maneira. Sair para jantar, creio ser o menor dos problemas também. As pessoas têm que comer. O lugar ... bom. É muito discutível. Temos que entender que ela é a Chefe de Estado de um país altamente financiado. O que você acha que pensam investidores ao verem a presidente do país comendo um hot-dog e uma tubaina? Não, isso não passa credibilidade por mais que queiramos que a Dilmala não gaste dinheiro público.

3. Podemos questionar sim o tamanho da comitiva. O uso político dela. O Ministro da Saúde realmente precisava estar lá, ou é porque ele vai concorrer ao governo do estado de São Paulo? Podemos questionar a verdadeira função do Ministro das Relações Exteriores, que acreditem, não é ficar dando explicações e tentando apagar o fogo com a imprensa quando estavam em Cuba. Enfim, há muitas coisas a serem questionadas, mas não a parada ou o jantar em sí. O maior questionamento, no entanto, é o fato da NÃO TRANSPARÊNCIA. Segundo o hotel e o restaurante em Portugal, já havia reservas feitas dois dias antes de a comitiva chegar, ou seja, vir com esse bla bla bla de "parada técnica" é nada menos do que RIDÍCULO!

4. Sobre o porto de Mariel. Acreditem ou não, isso é sim um investimento importante a ser feito. Todos os brasileiros querem que nossa inserção internacional seja cada vez mais forte para deixarmos a economia mais pujante, gerando emprego, tendo controle sob a inflação, regulando a taxa de câmbio, etc. Esses processos passam por ações como essa, de CONQUISTA DE MERCADO. O fato de o Brasil ter financiado um porto em Cuba gera discussão, o que é normal, mas não podemos esquecer que no acordo do financiamento foram beneficiados cerca de 1.500 empresas em todo o Brasil, sendo a maioria pequenas e médias que, de alguma maneira, contribuiram para que as obras no porto fossem concluídas.

5. Para finalizar, sem o papinho ideológico, pelo amor de Deus. Falar que Cuba é ditadura, que isso que aquilo.... Essa é a visão mais cega que escuto e nem me dou o trabalho de debater. Galerinha anti PT e anti PSDB me dá uma preguiiiiça. Só para constar, empresas e governos canadenses, franceses e chineses fazem negócio com a ilha dos Castros há anos. E outra, ditadura por ditadura, deveríamos não negociar com a China então? A segunda maior economia do mundo e sim, UMA DITADURA também?

Ahh, e para complementar, Cuba pagou todo o empréstimo até agora em dia e adiantado. Há histórico de calotes no BNDES de empresas americanas que compraram jatos da Embraer e não pagaram e de empresas chilenas.

E agora José?
Vamos pensar fora da bolha e deixar de sermos influenciados por partidarismo barato.

Mais pesquisa, por favor!


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Gastos deixam rainha 'no vermelho' e geram pedidos de abertura de palácio.




O Palácio de Buckingham deveria ser aberto para receber visitantes pagantes quando a rainha não estiver na residência, sugere um relatório preparado por uma comissão do Parlamento britânico.

O Comitê de Contas Públicas fez a sugestão após analisar os gastos da Casa Real, departamento que gerencia e administra os negócios oficiais da rainha Elizabeth 2ª.

O relatório concluiu que as contas deixaram um rombo de 2,3 milhões de libras (cerca de R$ 8,4 milhões) no Sovereign Grant, fundo de 31 milhões de libras (cerca de R$ 124 milhões) de dinheiro público dado à rainha todo ano para gastar em suas funções oficiais.

O dinheiro, repassado pelo Tesouro, é usado para pagar os gastos com compromissos oficiais, funcionários e a manutenção dos palácios. O rombo teve que ser coberto com um fundo de reserva. 


Artigo completo em: UOL Notícias

 Comentário:

"A Inglaterra, que está uma posição abaixo do Brasil como maior economia do mundo, sente a necessidade de cortar gastos com a, literal, realeza.

Aparentemente a realeza está se aproximando da plébe e vão ter que colocar as coroas de molho. Requentar o banquete real, colocar em uma tappeware, e levar para o serviço será a nova rotina para alguns em Buckinham.

Isso somente se aplica à esses paisinhos como a Inglaterra. Nós não! Somos BRASILEIROS, somos a 6ª MAIOR ECONOMIA DO MUNDO, oras. Para quê conter gastos? Temos dinheiro de sobra. A senhorita Dilma provou isso quando fez um "stop-over;" em Portugal para um jantarzinho com amigos quando viajava de Genebra à Cuba. Isso se mostra aparente quando o então governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, leva até seu cachorro para passear se utilizando de um helicóptero somente para ser usado em agenda oficial. Podemos gozar de tais benefícios sem problemas pessoal. Vocês realmente vêem alguma falta de decoro nisso? Eu sinceramente não. Está tudo absolutamente sob controle  :) 

Já pensou se abrem o Palácio da Alvorada para visitação enquanto a Dilminha não estiver por lá?"


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